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Novos artistas da Região Centro-Oeste para você conhecer
Novos artistas da Região Centro-Oeste para você conhecer
Bruna Mendez, Jean Tassy e Letícia Fialho são nossos destaques neste especial que apresentamos novos artistas de cada uma das 5 regiões do Brasil

Centro-Oeste
Não tem nada mais bonito no Brasil do que a nossa diversidade. Somos um país plural e isso se reflete na nossa música, arte, cultura, moda e gastronomia. Cada canto do país traz um pouco da nossa beleza e brasilidade.
Por isso, nesta semana especial, nós da Novabrasil apresentaremos novos artistas musicais de cada uma das cinco regiões do Brasil para você conhecer melhor.
Já trouxemos três novos artistas da Região Norte e três da Região Nordeste .
Hoje, é dia de contemplarmos a Região Centro-Oeste, que – apesar de contar com apenas três estados e o DF – é a segunda maior região em extensão territorial do Brasil, onde encontra-se a maior planície alagada do mundo: o Pantanal.
É de lá, que apresentamos para vocês a goiana Bruna Mendez, e os brasilienses Jean Tassy e Letícia Fialho.
Bruna Mendez

Nascida em Goiânia, capital do estado de Goiás, a jovem cantora e compositora Bruna Mendez busca sua própria identidade em um trabalho que une elementos orgânicos e sonoridades sintéticas.
Com talento e autenticidade – sempre em busca de uma sonoridade própria – Bruna possui quatro trabalhos de estúdio lançados e vive integralmente para a música.
Participou da ocupação Pulso, numa equipe de 30 músicos e produtores em São Paulo. Antes disso, produziu o EP Pra Ela, com seis faixas que mesclam as influências que a artista buscou na MPB, bossa nova, samba, baião e rock.
Seu primeiro álbum – O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma – lançado em 2016, reflete a maestria com que a artista funde influências da MPB e do R&B em sua voz única e versátil.
Em 2019, Bruna Mendez lançou o seu segundo álbum – Corpo Possível – sendo aclamado pela crítica nacional e internacional, conquistando fãs ao redor do mundo e culminando em edições especiais em CD e vinil no Japão, Europa e Estados Unidos.
Em 2021, se despedindo desse ciclo, Bruna ainda lançou a versão Deluxe de Corpo Possível, que conta com três faixas a mais e feats com Tiê, Davi Sabbag e June.
Em 2022 a artista goiana apresentou Temporal, faixa exclusiva com lançamento pelo Colors Studios, projeto que está entre os maiores canais de música do Youtube e que conta com uma das melhores curadorias do mundo. No mesmo ano, Bruna Mendez teve sua canção Tropical na trilha sonora da série Tudo Igual SQN, da Disney Plus.
Em 2024, a artista lançou – em parceria com Brunê e DeVito Cxrleone, o EP Love Songs, Vol. 1.
Conheça o trabalho de Bruna Mendez:
Jean Tassy

O cantor, compositor e músico natural de Brasília, Jean (Bernard Vieira) Tassy, de 28 anos, traz em seu trabalho influências musicais do Neo Soul, R&B, MPB, Hip Hop e Pop.
Em suas composições, Jean trata desde assuntos rotineiros e genéricos, como sentimentos e desejos, à ideias filosóficas sobre dualidade e o ser humano.
Em cinco anos de carreira solo, o artista soma mais de 200 milhões de plays nas plataformas digitais.
Entre 2018 e 2020, Jean Tassy lançou a trilogia de EP’s Anteontem, Ontem e Hoje, finalizada – em 2021 – com o álbum Amanhã, que conta com participações de nomes como Marina Sena e Davi Sabbag.
O disco possui um álbum visual no canal oficial do artista no YouTube e um EP com três faixas do projeto em versão acústica e ao vivo.
Veja também:
Em 2022, Jean Tassy saiu com o disco em turnê por todo o país, incluindo uma apresentação no Festival Mita, ao lado de nomes como Gorillaz e The Kooks, e iniciou uma nova leva de lançamentos, com o EPs Outono e Inverno.
Em 2023, Jean lançou o EP Inverso, que ganhou uma versão Deluxe agora em 2024.
Neste ano, o artista faz parte do line-up do R.TMO Festival, em Campinas, São Paulo.
Conheça o trabalho de Jean Tassy:
Letícia Fialho

A compositora, cantora e instrumentista Letícia Fialho é natural da cidade de Brasília e descendente de família carioca. Guiada pela ancestralidade e atravessada pela vivência quente dos subúrbios, pela magia boêmia das ruas e madrugadas, Letícia tece suas canções unindo palavra e música pela linha fina da sensibilidade.
Seu trabalho flerta com o afroblues e bebe na fonte da MPB dos anos 70, trazendo uma composição poética que surge de urgências pessoais, atravessadas pela vivência urbana contemporânea, movimentos afetivos, da vida cotidiana e do tempo.
A artista compõe a partir de uma sensível relação entre melodia e palavra, que nasce da experimentação da linguagem e do instrumento. Orgânico e elétrico, elegante e sujo, com nuances de sonho e realidade, seu trabalho é ao mesmo tempo um abraço leve e um convite ao profundo.
Com sete anos, Letícia Fialho começou a tirar músicas de ouvido e a se relacionar com o mundo a partir da música. Logo, começou a tocar violão e – com 12 anos – a compor. Ela conta que primeiro se entendeu como compositora, e depois passou a cantar para colocar suas músicas no mundo.
Fez parte do grupo de mulheres Chinelos de Couro, que fazem uma pesquisa da cultura popular, principalmente nordestina, também integrou o bloco de carnaval Essa Boca eu Já Beijei e o grupo Contém Dendê – formado só por mulheres negras, e que conta histórias de quem faz música negra no Brasil.
Em 2018, Letícia Fialho lançou seu primeiro álbum, Maravilha Marginal, com 10 composições solo suas ou em parceria com outras mulheres.
Em 2019, foi a vez do EP Purpurina Anzol, com quatro faixas, que contam com a participação do instrumentista brasiliense Rodrigo Zolet, na sanfona.
E em 2021, lançou seu mais recente trabalho, o EP Carta de Fogo, em que – além de tocar todos os instrumentos, mergulha na poética do fogo, para falar de renascer, refazer, ressignificar, transformar, aquecer, arder, abraçar, acolher.
Em 2023, a artista lançou – em parceria com Murica e BeatDonK – o EP O Que Restou da Maravilha.
Letícia Fialho arranja, concebe e dirige cada trabalho seu.
Conheça o trabalho de Letícia Fialho:
Em 2023, Assucena esteve no programa Vitrine, da Novabrasil, e conversou comigo sobre a sua carreira. Vale a pena conferir:
por Lívia Nolla


