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Dia do Cinema Brasileiro – 4 Filmes Nacionais em Cartaz
Dia do Cinema Brasileiro – 4 Filmes Nacionais em Cartaz
Hoje é o Dia do Cinema Brasileiro e, para celebrar a produção cinematográfica nacional, preparamos uma lista dos principais filmes nacionais em cartaz para você prestigiar


Hoje, 19 de junho, é celebrado o Dia do Cinema Brasileiro.
O dia foi instituído em homenagem à data em que a primeiras imagens em movimento foram registradas no território brasileiro, em 1898, pelo cinegrafista ítalo-brasileiro Afonso Segreto que – ao voltar de navio de um curso na Europa – filmou a chegada pela entrada da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.
Segreto foi um dos primeiros cinegrafistas e diretores do país. Hoje, a produção cinematográfica do Brasil é riquíssima, com obras clássicas e contemporâneas de excelente qualidade, que se confundem com a própria história do Brasil e também com a história da nossa música popular brasileira.
Afinal, desde o primeiro filme com som da história do cinema nacional – “Acabaram-se os Otários”, de Luiz de Barros, em 1929, que trazia o clássico “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro em sua trilha – a música tem um papel importantíssimo na produção cinematográfica brasileira, funcionando quase que como mais um personagem dentro dos filmes.
Hoje, para celebrar a produção cinematográfica nacional, preparamos uma lista com quatro filmes brasileiros em cartaz no momento, para que você aproveite o que o Brasil tem de melhor: a nossa arte e a nossa cultura.
1 – Quinze Dias
Direção: Daniel Lieff
Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira e Débora Falabella
Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries.
Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho.
Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.
2 – Trago Seu Amor
Direção: Claudia Castro
Elenco: Giovanna Grigio, Diego Martins, Jê Soares, João Manoel, Lorena Comparato, Cauã Reymond
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Mia é uma jovem bruxa que tem um poder único: por meio de um beijo, a pessoa enfeitiçada volta para seu último amor ou se apaixona pela própria Mia. Desesperados para reconquistar sua paixão, seus clientes aceitam o risco e assim Mia e seu fiel assistente Ariel tocam o seu negócio esotérico.
Tudo parece estar indo bem até que o inesperado acontece: Mia se apaixona por um dos alvos. Renê, que também é bruxa e ex-namorada de Yuri, se transforma na nova obsessão de Mia, provocando um verdadeiro caos na vida dela. O que ela não contava é que o feitiço iria virar contra a feiticeira.
3 – (Des)controle
Direção: Rosane Svartman e Carol Minêm
Elenco: Carolina Dieckmmann, Daniel Filho, Irene Ravache, Caco Ciocler e Júlia Rabello
Kátia Klein é uma escritora bem-sucedida que enfrenta uma crise criativa às vésperas da entrega do seu novo livro, ao mesmo tempo em que descobre a falência do seu casamento e administra o acúmulo das demandas dos filhos e dos pais. Sobrecarregada e em busca de alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao total descontrole, sendo gradualmente engolida pelos excessos do vício.
4 – Criadas
Direção: Carol Rodrigues
Elenco: Mawusi Tulani, Ana Flavia Cavalcanti e Sarito Rodrigues
Sandra volta à casa da prima Mariana em busca de uma foto da mãe, que foi empregada residente ali no passado. Criadas juntas, Sandra, uma mulher negra de pele escura, e Mariana, negra de pele clara, tiveram experiências muito diferentes na casa e em suas vidas. A reconexão traz à tona memórias enterradas: fantasmas da infância, da ancestralidade e de um amor que nunca foi embora.



