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Publicado em 1932, esse romance de estreia lançou José Lins ao cenário literário nacional. Narrado em primeira pessoa, o livro acompanha Carlos, um menino órfão que vai viver num engenho comandado pelo avô
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Continuação de “Menino de Engenho”, “Doidinho” narra a infância e adolescência de Carlos em um internato. O foco aqui é a repressão escolar, os conflitos emocionais e as primeiras crises de identidade
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Terceiro volume da série, “Bangüê” aprofunda o declínio do engenho e a crise existencial de Carlos, agora mais velho. A crítica enxerga neste romance o momento em que José Lins abandona a idealização da infância e encara com maturidade os limites do patriarcado rural
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O quinto livro do ciclo autobiográfico foca na amizade de Carlos com Ricardo, jovem negro e trabalhador do engenho. Aqui, José Lins aborda com mais ênfase as desigualdades raciais e as estruturas sociais excludentes.
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“Usina” mostra o choque entre o velho engenho e a modernização industrial. É um romance marcado pela mudança: o avanço das máquinas, o declínio das figuras patriarcais, a nova configuração de poder
Inspirado no movimento messiânico de Caldeirão, no Ceará, “Pedra Bonita” revela o lado místico e popular do Nordeste, com elementos do cangaço e das crenças religiosas. A obra tem um ritmo mais dramático e foi adaptada para o cinema em 1986