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MULTIVERSOS: Especial Gal Costa, Parte 1
MULTIVERSOS: Especial Gal Costa, Parte 1
Oi, eu sou a Roberta Campos e te convido a entrar no MULTIVERSOSda incrível cantora, Gal Costa. Essa é a parte 1 do Multiversos Especial. Gal nasceu no dia 26 de setembro de 1945, em Salvador. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas ouvindo música clássica, como um ritual, com a intenção de que esse habito … Continued
Oi, eu sou a Roberta Campos e te convido a entrar no MULTIVERSOSda incrível cantora, Gal Costa. Essa é a parte 1 do Multiversos Especial.
Gal nasceu no dia 26 de setembro de 1945, em Salvador. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas ouvindo música clássica, como um ritual, com a intenção de que esse habito influenciasse na gestação e fizesse com que a criança, de alguma forma, fosse uma pessoa musical.
O interesse de Gal Costa pela música surgiu muito cedo. Apaixonada por João Gilberto, começou a cantar profissionalmente aos 14 anos de idade. Se apresentava na Bahia até decidir mudar para o Rio de Janeiro em 1960.
Chico Buarque foi o primeiro amigo a estender a mão para Gal em sua nova casa, apresentando a cantora a TV record para cantar em alguns programas musicais, como O Fino da Bossa para assim receber um cache e conseguir se manter no Rio de Janeiro, já que a cantora não tinha familiares com condições financeiras de ajuda-la.
Na década de 60, Gal estreou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Tom Zé e outros, o espetáculo Nós, Por Exemplo…

Mais tarde, viria a formar junto de Caetano, Gil e Bethânia o grupo Doces Bárbaros, rodando em turnê com eles em 1976 para comemorar os 10 anos de carreira de cada um. Gal sempre foi tida como a musa do tropicalismo, movimento brasileiro de ruptura cultural calcado na resistência à ditadura, que arrebatou gerações.
A primeira gravação de Gal em disco foi no compacto de estreia de Maria Bethânia (1965): na canção Sol Negro (Caetano Veloso), seguido do seu primeiro compacto, onde a cantora se apresentava como “Maria da Graça“, vindo logo em seguida adotar o nome artístico, GAL.
Mas, a partir de 1968, com a defesa da canção Divino maravilhoso, uma composição de Caetano, no 4º Festival de MPB TV Record, Gal se deixou arrebatar por outra, inflamando o canto, expressando uma atitude roqueira e adotando roupas hippies.
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Álbuns como Gal (1969) e LeGal (1970) refletiram esse momento de desbunde da cantora.
Terça que vem, confira a segunda parte do Multiversos Especial Gal Costa.


