Retratos Brasileiros: Copa do Mundo, parte 2

Novabrasil
12:00 23.11.2022
Jornalismo

Retratos Brasileiros: Copa do Mundo, parte 2

Uma imagem pode falar mais que mil palavras. Uma única imagem pode nos teletransportar para uma época, um momento e, até mesmo, um fato histórico. Nesta matéria, confira o Especial Retratos Brasileiros – onde relembramos uma série de com fotos históricas brasileiras. Hoje, confira a Parte 2 com fotos históricas da Copa do Mundo. Se … Continued

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- 23.11.2022 - 12:00
Retratos Brasileiros: Copa do Mundo, parte 2
Sissi em ação durante a Copa do Mundo de 1999 Créditos: FIFA

Uma imagem pode falar mais que mil palavras. Uma única imagem pode nos teletransportar para uma época, um momento e, até mesmo, um fato histórico. Nesta matéria, confira o Especial Retratos Brasileiros – onde relembramos uma série de com fotos históricas brasileiras. Hoje, confira a Parte 2 com fotos históricas da Copa do Mundo.

Se você ainda não viu a Parte 1 da matéria, clique aqui. Vale ressaltar que, em homenagem ao mês da Consciência Negra, o Retratos Brasileiros fará homenagem a grandes personalidades negras brasileiras, em novembro.

1- Leônidas da Silva, o atacante brasileiro que inventou a bicicleta e o primeiro a liderar a artilharia de uma Copa do Mundo, em 1938

Leônidas da Silva durante a Copa do Mundo, de 1938 | Foto:  FIFA

A relação próxima entre a Seleção Brasileira e a artilharia vem de longa data e teve seu pioneiro em um grande ídolo da Amarelinha: Leônidas da Silva. O Diamante Negro, como era conhecido carinhosamente pelos torcedores, foi o primeiro brasileiro a terminar uma Copa do Mundo como artilheiro da competição. O feito foi em 1938, na França, em que o Brasil terminou na terceira colocação.

Foram sete gols em cinco jogos e a artilharia isolada no torneio. Muito além do faro apurado para balançar as redes, Leônidas da Silva se destacava em campo pela inventividade. Não à toa, foi apelidado pela imprensa internacional como “homem borracha“, após a Copa.

Fonte: CBF

Leônidas da Silva em ação pelo São Paulo | Foto: DivulgaçãoAlberto Sartini.

2- Rivaldo “É um dos jogadores mais decisivos na história do futebol brasileiro.” – Zico

Rivaldo e Ronaldo beijando a taça da Copa do Mundo de 2002, após derrotar a Alemanha | Foto: FIFA.

Rivaldo, o craque que foi camisa 10 no penta, foi decisivo no último título de Copa do Mundo do Brasil.

Elegância e velocidade. Técnica e plasticidade. Um jogador definitivamente brasileiro, com origem pernambucana e brilho internacional. Rivaldo foi um dos grandes craques da história do futebol mundial.

Eleito pela FIFA como o melhor jogador do mundo em 1999, Rivaldo é um expoente da essência do futebol brasileiro. Com sua habilidade e técnica singulares, brilhou no Brasil e na Europa e foi decisivo no último título mundial da Seleção. Na Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e no Japão, marcou cinco gols e foi fundamental na conquista do pentacampeonato.

Fonte: CBF

Veja também:

3- Sissi, a camisa 10 pioneira da Seleção Brasileira e Chuteira de Ouro da FIFA na Copa de 1999

Sissi em ação durante a Copa do Mundo de 1999 | Foto: FIFA

Sissi nunca gostou de ouvir que não conseguiria conquistar seus sonhos. Desde pequena, quando usava cabeças de boneca como bola, alimentava a ambição de se tornar jogadora de futebol. Diante de um mar de incertezas, ela fez seu próprio destino e se eternizou como uma das maiores meio-campistas de todos os tempos, de estilo clássico, refinado e técnico.

Estrela da Seleção Brasileira durante a década de 1990, Sissi fez parte da geração que abriu os caminhos para o futebol feminino no Brasil. Referência em uma época de pouca visibilidade para o esporte, foi uma das primeiras ídolos de meninas no Brasil e no mundo.

O ano era 1999 e a Seleção vivia a expectativa de mais uma Copa do Mundo, dessa vez nos Estados Unidos. Na época, Sissi defendia a Associação Sabesp. Em uma partida de futsal, a meia se lesionou. O diagnóstico médico foi claro: ela havia fraturado o rosto e precisaria de tratamento cirúrgico, que praticamente a tiraria do Mundial. Mesmo arriscando a própria saúde, Sissi não deixaria outra contusão tirá-la da Copa.

Sissi jogou a Copa do Mundo inteira com a fratura no rosto. E deu um show dentro de campo. Mostrando todo seu faro de gol, foi às redes em sete oportunidades e terminou a competição como artilheira, ganhando a Chuteira de Ouro da FIFA.

Mas entre os sete, há um gol que marcou especialmente a carreira de Sissi: uma batida perfeita, antológica, que estufou a rede nigeriana e classificou o Brasil com uma vitória por 4 a 3. Aquele foi o primeiro gol de ouro do futebol feminino e é, até hoje, um dos lances mais celebrados da história das Copas do Mundo.

Fonte: CBF

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