Juliano Gauche lança “A Balada de Bicho de Luz”

Fabiane Pereira
19:04 31.03.2026
Autor

Fabiane Pereira

Jornalista e radialista
Música

Juliano Gauche lança “A Balada de Bicho de Luz”

Quinto disco chega nas plataformas com participações de Fernando Catatau, Julia Valiengo e Tatá Aeroplano

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- 31.03.2026 - 19:04
Juliano Gauche lança “A Balada de Bicho de Luz”
Foto: Haroldo Saboia.

A Balada do Bicho de Luz é o quinto trabalho de estúdio do cantor, compositor e instrumentista mineiro, Juliano Gauche. Um disco com onze faixas inéditas, todas escritas, compostas e arranjadas por ele. Abordando temas que passeiam por conflitos e contradições humanas, numa linguagem simples e direta, e com uma sonoridade rock, cheia de distorções e sintetizadores.

A produção disco é dividida entre o próprio Gauche, e o baixista, tecladista e arranjador, Klaus Sena, que também assina a mixagem e a direção do show. Para as gravações, o baterista Victor Bluhm, que, além de outros projetos, toca ao lado do Klaus, há vinte anos, na banda Fóssil, foi o convidado, mais uma vez, a assumir as baquetas, assim como no anterior, Tenho Acordado Dentro dos Sonhos.

O título do disco é uma referência a dualidades como, matéria e energia, carne e espírito, logo… bicho e luz. Onde o narrador leva o ouvinte por uma jornada cheia dessas questões fundamentais como, pensar x sentir, viver x morrer, bem x mal, jesus x belzebu, alienígenas x deus, rico x pobre, lucidez x loucura.

A sonoridade do disco traz à tona um pouco da psicodelia, do pós punk, do grunge, do stoner rock, do folk e do rock and roll. Com influência direta de artistas como Os Mutantes, Raul Seixas e Júpiter Maçã e participações de Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo), e Tatá Aeroplano (Cérebro Eletrônico).

Gauche é conhecido por seu trabalho na música independente, com influências que vão do rock e da música popular brasileira às sonoridades inspiradas nos anos 1970, jazz e literatura moderna.

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Iniciou sua trajetória como integrante da banda Solana, onde foi vocalista e letrista, além de participar de projetos como o Duo Zebedeu, que interpretava músicas de Sérgio Sampaio. Em 2013 começou sua carreira solo, lançando um álbum homônimo. Desde então, tem lançado diversos discos, incluindo Nas Estâncias de Dzyan (2016), Afastamento (2018), Bombyx Mori (2020) e Tenho Acordado Dentro dos Sonhos (2023). Seus álbuns foram bem recebidos pela crítica, com alguns sendo listados entre os melhores lançamentos nacionais pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

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