Alceu Valença continua projeto ‘Valencianas’

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20:09 25.06.2020
Jornalismo

Alceu Valença continua projeto ‘Valencianas’

Cantor e compositor pernambucano, Alceu Valença, dá sequência ao projeto sinfônico Valencianas (2012), perpetuado em CD e DVD editados em 2014. O projeto ganha continuidade com o novo álbum Valencianas II que tem edição prevista para o fim deste ano de 2020. Veja também: • Rita Lee levanta possibilidade de gravar novo álbum de músicas inéditas … Continued

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- 25.06.2020 - 20:09
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Alceu Valença continua projeto ‘Valencianas’

Cantor e compositor pernambucano, Alceu Valença, dá sequência ao projeto sinfônico Valencianas (2012), perpetuado em CD e DVD editados em 2014. O projeto ganha continuidade com o novo álbum Valencianas II que tem edição prevista para o fim deste ano de 2020.

Veja também:

• Rita Lee levanta possibilidade de gravar novo álbum de músicas inéditas

• Wilson Simoninha recicla canções em novo projeto musical

• Vitor Kley anuncia lançamento de quarto álbum de estúdio: ‘A Bolha’

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Valencianas II faz jus ao processo de enquadramento do cancioneiro na moldura sinfônica da mineira Orquestra Ouro Preto, regida pelo maestro Rodrigo Toffolo, em concertos feitos com intervenções vocais do autor das músicas..

Previsto para ser lançado, inclusive nos formatos de CD e DVD, o álbum ao vivo Valencianas II registra o espetáculo gravado em 20 de janeiro na Casa da Música, reduto de concertos em Porto, cidade de Portugal.

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Além disso, a primeira amostra do segundo movimento da sinfonia Valencianas será dada na sexta-feira, 5 de junho, com a edição da faixa com a gravação ao vivo da música Tomara (Alceu Valença e Rubem Valença Filho, 1992)..

O projeto de Valencianas II inclui também as músicas Dia branco (Alceu Valença, 1974), Táxi lunar (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979), Na primeira manhã (Alceu Valença, 1980), Como nossos animais (Alceu Valença, 1982), Pelas ruas que andei (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982), O p da paixão (Alceu Valença, 1987), Solidão (Alceu Valença, 1994) e Tesoura do desejo (Alceu Valença, 1992).

Em entrevista, Alceu avaliza a incursão sinfônica: “É outro viés, um olhar diferente sobre a minha obra. Isso acontece muito em função do espírito da orquestra Ouro Preto. São músicos jovens que contagiam não apenas pela destreza com que executam seus instrumentos, mas pela maneira com que interpretam as nuances da minha música. E isso passa para a plateia. Quando fizemos Valencianas no Porto, o público português levantou-se para dançar em alguns números. Isso é impensável no ambiente da música de concerto. Os arranjos captam com muita sensibilidade os caminhos da música que faço”.

Texto: Kaike Bersot

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