Projeto obriga plataformas de streaming a oferecer produções nacionais nos catálogos

Luciano Borborema
12:05 18.04.2024
Jornalismo

Projeto obriga plataformas de streaming a oferecer produções nacionais nos catálogos

Caso seja aprovada, medida valerá para qualquer serviço que atue no Brasil, mesmo sem sede no País

Avatar Luciano Borborema
- 18.04.2024 - 12:05
Projeto obriga plataformas de streaming a oferecer produções nacionais nos catálogos
Foto: Montagem

Cota no streaming? Sim. Um projeto busca obrigar as plataformas de streaming que operam no Brasil a incluir um número mínimo de produções nacionais nos catálogos.

A medida foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e caso seja aprovada na Câmara dos Deputados, a medida valerá para qualquer serviço que atue no Brasil, mesmo sem sede no País.

Veja também:
Estreia filme internacional com ator brasileiro no elenco

O texto, que também regulamenta os serviços de vídeo sob demanda, estabelece alíquotas para a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, o Condecine.

As plataformas com dois mil títulos terão de oferecer pelo menos 300 conteúdos brasileiros e as quantidades aumentam gradativamente conforme o tamanho do acervo.

Veja também:

De acordo com a proposta, a Condecine será uma cobrança anual com alíquota máxima de 3%, incidindo sobre empresas com faturamento bruto anual acima de R$ 96 milhões.

Importante ressaltar que ficam de fora da relação os materiais feitos pelos próprios usuários – possivelmente para casos como o do YouTube, onde há muitos produtores independentes.

Siga a Novabrasil nas redes

Google News
< Notícia Anterior

Referência em saúde pública, Hospital das Clínicas completa 80 anos

18.04.2024 10:56
Referência em saúde pública, Hospital das Clínicas completa 80 anos
Próxima Notícia >

"Não tenho medo de ser a escolhida para disputar a Presidência da República em 2026", diz Tereza Cristina

18.04.2024 14:09
"Não tenho medo de ser a escolhida para disputar a Presidência da República em 2026", diz Tereza Cristina