Caso Henry Borel: Ministro Gilmar Mendes nega pedido de Monique Medeiros por prisão domiciliar

Sergio Leao
09:23 27.04.2024
Jornalismo

Caso Henry Borel: Ministro Gilmar Mendes nega pedido de Monique Medeiros por prisão domiciliar

A professora Monique Medeiros responde por homicídio e torturas contra o próprio filho, morto em março de 2021

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- 27.04.2024 - 09:23
Caso Henry Borel: Ministro Gilmar Mendes nega pedido de Monique Medeiros por prisão domiciliar
Caso Henry Borel: Ministro Gilmar Mendes nega pedido de Monique Medeiros por prisão domiciliar

O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal, decidiu contra o pedido da professora Monique Medeiros para substituir sua prisão preventiva por prisão domiciliar.

Além disso, o ministro do STF recomendou que o julgamento da ação penal em que a mãe de Henry Borel é acusada de tortura e homicídio contra seu filho, seja realizado com rapidez.

“por mais complexa que seja a demanda, é necessário que o Poder Judiciário envide os esforços necessários para a conclusão da fase de julgamento, promovendo rigoroso cumprimento dos prazos previstos na legislação. Essa postura contribuirá não apenas para o atendimento de demandas sociais relevantes, a exemplo da realização de Justiça, como também para a observância do direito dos acusados a um julgamento célere e justo”, pontuou Gilmar Mendes.

Ministro Gilmar Mendes. FOTO: Reprodução

Em julho do ano passado, o ministro havia determinado o retorno de Monique Medeiros a prisão por suposto descumprimento de medidas cautelares.

Em setembro, os advogados da professora solicitou que ela fosse enviada para a prisão domiciliar, porque estaria sofrendo ameaças. O ministro do STF, então, solicitou que a Secretaria de Administração Penitenciária (a Seap) apresentasse informações sobre o quadro de saúde dela.

Em ofício, a Seap afirmou que Monique está em uma cela separada de outras presas, “sendo preservado o direito à integridade física e moral”. Ela também tem direito a atividades como banho de sol e atendimento religioso em horários diferentes de outras detentas.

Em novembro de 2022, a juíza Elizabeth Machado Louro, determinou que Monique Medeiros e o ex-vereador Jairinho, o padrasto de Henry, fossem julgados pelo júri popular pelos crimes cometidos. Ambos permanecem detidos no Complexo de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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NASCE SEGUNDA FILHA DE LENIEL BOREL

Três anos após a morte do menino Henry Borel, com apenas 4 anos, seu pai, o engenheiro Leniel Borel, viveu na última semana, a felicidade de ter uma outra filha.

Nasceu na segunda-feira (22) a pequena Valentina, fruto de seu novo relacionamento, com a médica Larysse Borel Neves Ribeiro, com 3kg e medindo 48 centímetros. A menina veio ao mundo em uma maternidade localizada na zona oeste da capital fluminense.

Valentina, filha de Leniel Borel. FOTO: Vinicius Bezha/Divulgação

Procurado pela Novabrasil, Leniel Borel falou da felicidade da chegada de Valentina.

“Agradeço a Deus, primeiramente por me conceder novamente o milagre da vida, é uma dádiva ser pai novamente. Ser pai é a missão mais importante na vida de um homem, ser pai é um dom, um presente divino. Quantos né, gostariam de ser pai? E não conseguem. E Deus me dar oportunidade de ser pai novamente, pai de uma menina agora, e ser ser pai eternamente do nosso querido Henry Borel, meu filho único, meu primogênito, do qual eu sinto muita falta, muita saudade, sinto falta de cada minutinho, sinto falta de um abraço do Henry.”

Leniel Borel pontuou também em relação ao caso que já dura três anos na justiça.

“Eu Leniel ae, são três anos lutando incansavelmente por justiça pelo Henry e vou continuar lutando, mas até hoje não sabemos né, quando vai ser esse júri e aí vamos continuar lutando por justiça pelo Henry, para aqueles algozes, aqueles perversos continuem presos, mas Deus me dar oportunidade agora também de sorrir novamente com uma menina linda, com uma linda menina que vai fazer a diferença na sociedade, vai fazer a diferença na minha vida e da nossa família.”

Leniel Borel no quarto de Henry. FOTO: WFotos / Wallace Alvarintho

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