Divulgação
Criado em 1901, o Prêmio Nobel de Literatura é concedido pela Academia Sueca a autores cuja obra tenha “a maior excelência literária em direção ideal”
Divulgação
Escritora, cordelista e poeta nascida no Ceará, Jarid Arraes é autora de mais de 70 títulos em literatura de cordel. Seu trabalho foca nas histórias de mulheres negras e nordestinas, frequentemente apagadas da memória oficial
Divulgação
Divulgação
Divulgação
Conceição Evaristo é doutora em Literatura Comparada e referência em temas como identidade, exclusão social e ancestralidade. Sua linguagem mistura lirismo com denúncia social, em uma poética da resistência. Ponciá Vicêncio (2003) e Olhos D’Água (2014) são alguns dos destaques da escritora.
Divulgação
Poeta, professora e ativista indígena do povo Potiguara, Eliane foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz em 2005. Em Metade Cara, Metade Máscara (2004), ela denuncia o genocídio cultural e físico dos povos originários por meio de textos híbridos entre poesia, prosa e manifesto.
Divulgação
Fundador da Cooperativa Cultural da Periferia, Sergio Vaz revolucionou o acesso à literatura nas quebradas e sua produção tem impacto direto na formação cultural de jovens. Obras como Colecionador de Pedras (2004) e Flores de Alvenaria (2007) fazem da poesia uma arma política.
Divulgação
Antonio Carlos da Silva, conhecido como Rouxinol do Rinaré, é um dos mais respeitados cordelistas e repentistas do Brasil. Com mais de 80 títulos publicados e 30 livros editados, consolidando-se como uma das vozes mais influentes da poesia popular brasileira contemporânea.
Divulgação