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Conheça as músicas preferidas dos atletas olímpicos do Brasil
Conheça as músicas preferidas dos atletas olímpicos do Brasil
Novabrasil conversou com alguns dos representantes brasileiros nos Jogos Olímpicos de Paris e constatou que a música brasileira é aliada dos competidores
Com ou sem medalhas para o Brasil, as Olimpíadas de Paris já caíram nos encantos dos brasileiros. Os olhos e ouvidos atentos a cada nova chance de vitória unem os torcedores e os fazem notar detalhes interessantes.
Muita gente passou a se perguntar, por exemplo, o que escutam os atletas brasileiros, que desde o início da competição se mostraram muito ligados à música.
No último domingo (28), a skatista Rayssa Leal chamou a atenção pelos fones de ouvido e pelo gingado durante a final do skate street feminino.
Aos 16 anos, a “fadinha” deu um verdadeiro show e – apesar dos poucos erros – garantiu a medalha de bronze para o Brasil. Depois da vitória, ela contou aos jornalistas o que ouvia enquanto competia.
Dentre as canções escolhidas estavam “Um amor Puro”, de Djavan, e “Mudar Pra Quê?”, da dupla de repentistas Os Nonatos. Rayssa, que também escutou músicas de Zezé di Camargo e Luciano e do rapper L7, reconheceu que fez uma mistura curiosa. “É brincadeira, vocês não vão acreditar”, disse.
Quem também usa a música como aliada nos treinos e antes de competir é o brasileiro Caio Bonfim, da marcha atlética. Estreando nos Jogos Olímpicos de 2024 nesta quinta-feira (1º), o atleta elegeu a música gospel “Eu quero conhecer Jesus”, como favorita. “Me sinto muito bem com ela. Inclusive criei meus filhos os colocando para dormir com essa música”, contou.
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E se as canções ajudam no desempenho dos atletas individuais, nos esportes coletivos não é diferente. José Roberto Guimarães, técnico da seleção brasileira de vôlei feminino, não arriscou um palpite sobre o gênero musical preferido das nossas meninas, mas confirmou que o time usa a música para diversos fins. “Todas elas escutam, tentam relaxar com música. Sem dúvidas é uma das coisas que fazem parte, muito ativamente, da vida de cada um de nós”, afirmou.
O surfista brasileiro Gabriel Medina é outro que não abre mão de um tempo a sós, diante do mar, antes de competir. E é nessa hora que os fones de ouvido se tornam a companhia ideal, como contou o preparador físico, Allan Menache. “O Gabriel gosta de rap, rock, trap nacional e samba. Depende do dia e do ânimo, mas antes das baterias ele faz questão de ouvir música. Ajuda no foco”, disse.
Por Hariane Bittencourt


