5 obras de Lima Barreto que incomodam até hoje

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Autor que desafiou as elites e retratou o Brasil real com ironia e indignação.

Lima Barreto

Neste romance, Barreto apresenta o major Policarpo Quaresma, patriota fanático que decide adotar o tupi como língua oficial.Porém, a personagem é tragada pela burocracia, pelo militarismo e pela corrupção da Primeira República.

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1. Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915)

Um dos primeiros romances brasileiros centrados em uma mulher negra. Clara, jovem se envolve com Cassi Jones, um malandro da elite, é seduzida e abandonada. Um enredo que revela o racismo estrutural e o machismo da época.

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2. Clara dos Anjos (publicado postumamente em 1948)

Baseado em sua própria trajetória, o livro é narrado por Isaías Caminha, jovem negro que enfrenta o preconceito racial ao tentar ascender socialmente como jornalista.

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3. Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909)

Neste conjunto de crônicas e sátiras, Lima Barreto cria a fictícia Bruzundanga para escancarar os absurdos da política, da justiça e da cultura brasileira. 

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4. Os Bruzundangas (1922)

5. Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919)

O texto retrata a decadência intelectual de um Brasil que se dizia moderno. A obra trata da passagem do tempo, do desencanto com a cultura oficial e da ilusão do progresso.

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Quer saber mais sobre Lima Barreto?  Acesse a matéria especial que preparamos no site da Novabrasil.