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Autor que desafiou as elites e retratou o Brasil real com ironia e indignação.
Neste romance, Barreto apresenta o major Policarpo Quaresma, patriota fanático que decide adotar o tupi como língua oficial.Porém, a personagem é tragada pela burocracia, pelo militarismo e pela corrupção da Primeira República.
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Um dos primeiros romances brasileiros centrados em uma mulher negra. Clara, jovem se envolve com Cassi Jones, um malandro da elite, é seduzida e abandonada. Um enredo que revela o racismo estrutural e o machismo da época.
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Baseado em sua própria trajetória, o livro é narrado por Isaías Caminha, jovem negro que enfrenta o preconceito racial ao tentar ascender socialmente como jornalista.
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Neste conjunto de crônicas e sátiras, Lima Barreto cria a fictícia Bruzundanga para escancarar os absurdos da política, da justiça e da cultura brasileira.
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O texto retrata a decadência intelectual de um Brasil que se dizia moderno. A obra trata da passagem do tempo, do desencanto com a cultura oficial e da ilusão do progresso.
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