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A literatura brasileira é um caminho para compreender o país além dos fatos. Por meio da ficção, crônica, poesia e romance, nossos autores revelam os dilemas, as belezas e as contradições de um Brasil rural e urbano, poético e brutal, clássico e marginal.
Romance filosófico, linguístico e existencial, publicado em 1956. Narrado em forma de monólogo por Riobaldo, ex-jagunço do sertão mineiro, o livro é uma travessia existencial que mistura misticismo, amor homoafetivo, guerras de poder e dilemas éticos.
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Carolina, mulher negra, catadora de papel e mãe solo na favela do Canindé, em São Paulo, transforma seu diário em denúncia e documento histórico.
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Macabéa é uma nordestina apagada, pobre e “insignificante” aos olhos do mundo. A história de Macabéa é também um espelho da invisibilidade social e da força da linguagem.
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Um morto que decide contar sua história enquanto zomba da sociedade, oferece uma das narrativas mais inovadoras da literatura ocidental. Brás Cubas é vaidoso, misógino, elitista, e nem tenta esconder isso. O livro é uma crítica mordaz à hipocrisia burguesa.
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O livro narra a saga de duas irmãs marcadas por um segredo. Um romance sobre ancestralidade, racismo estrutural, misticismo e resistência.
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