5 poemas brasileiros sobre infância e memória afetiva

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No poema, Drummond reconstrói com delicadeza a infância em Itabira, mostrando paisagem, família e cotidiano. A natureza ao redor, como quintal e mangueiras, reflete a formação da subjetividade, tornando a infância uma paisagem física e emocional

“Infância” – Carlos Drummond de Andrade

Este poema de Cecília Meireles, retrata os dilemas da infância, mostrando como desde cedo somos levados a fazer escolhas, algumas banais, outras simbólicas. Com simples rimas, a autora reflete sobre tempo, perda e a irreversibilidade das decisões, tornando o poema querido entre o público infantojuvenil

"Ou Isto ou Aquilo” – Cecília Meireles

Autor de uma obra marcada pela fantasia e ternura, Mario Quintana transforma o ato de colocar uma criança para dormir em gesto poético. O poema mistura realidade e imaginação, mostrando a infância como tempo de encantamento, afeto e cuidado familiar

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“Canção para ninar menino grande” – Mário Quintana

No poema “Com licença poética” , Adélia Prado apresenta a infância como ponto de partida simbólico. O nascimento e a herança familiar e cultural moldam a vida, enquanto a autora mistura o cotidiano e o sagrado, mostrando a memória familiar e religiosa como centro da construção poética do eu

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“Com licença poética” – Adélia Prado

No poema, Manoel de Barros usa a infância como metáfora da sensibilidade e imaginação. O ato impossível de carregar água na peneira simboliza a persistência imaginativa, valorizando o que é simples, sensorial e muitas vezes despercebido pelo olhar adulto

“O menino que carregava água na peneira” – Manoel de Barros

No site da Novabrasil, confira poemas brasileiros que celebram a infância e a memória afetiva