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MULTIVERSOS: Naquela Mesa, de Sérgio Bittencourt
MULTIVERSOS: Naquela Mesa, de Sérgio Bittencourt
Oi, eu sou a Roberta Campos e te convido a entrar no MULTIVERSOS de Naquela Mesa, de Sérgio Bittencourt. A história da música ‘Naquela Mesa’, de Sérgio Bittencourt Sérgio era jornalista e crítico musical. Famoso pelo estilo polêmico e duro ao analisar a música popular em revistas e jornais. Ele fico conhecido do grande público pelo programa de … Continued

Oi, eu sou a Roberta Campos e te convido a entrar no MULTIVERSOS de Naquela Mesa, de Sérgio Bittencourt.

A história da música ‘Naquela Mesa’, de Sérgio Bittencourt
Sérgio era jornalista e crítico musical. Famoso pelo estilo polêmico e duro ao analisar a música popular em revistas e jornais. Ele fico conhecido do grande público pelo programa de Flávio Cavalcanti, pelo qual, sempre aparecia com seu jeito meio ranzinza.
Suas palavras ficavam doces ao falar da admiração que tinha pelo pai, Jacob do Bandolim, um dos maiores músicos de choro da história do Brasil.

Jacob do Bandolim
A morte de Jacob, em 13 de agosto de 1969, foi dura para o rapaz de 29 anos, que para homenagear seu amado pai, compôs a comovente canção Naquela Mesa, que entoa frases emocionadas:
“Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava historias que hoje eu guardo e sei de cor”
A quem diga que a canção foi feita durante o velório do pai. Para Sérgio, era apenas a forma encontrada para relembrar o seu grande ídolo e para revelar a tristeza de nunca mais ver a figura do pai.
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Em 1978, um ano antes de Sérgio Bittencourt morrer precocemente, ele declarou:
“Tenho certeza e assumo, não sou nada, porque, de fato, não preciso ser. Me basta ter a certeza inabalável de que nasci do amor, da loucura, da irrealidade e da lucidez de um gênio”.
A canção Naquela Mesa ficou muito famosa nas vozes de Elizeth Cardoso e Nelson Gonçalves e se tornaria um clássico, quase obrigatório em repertórios boêmios Brasil afora.



