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Zélia Duncan lança disco de inéditas
Zélia Duncan lança disco de inéditas
Artista celebra 45 anos de carreira com "Agudo Grave", 21º álbum de sua trajetória fonográfica.

Quem escutar “Agudo Grave”, álbum já disponível em todas as plataformas de
streaming, vai perceber que o 21º álbum da carreira de Zélia Duncan soa, a um só
tempo, novo e familiar.
Produzido e arranjado por Maria Beraldo, também uma das participações especiais do disco ao lado de Lenine e Alberto Continentino, “Agudo Grave” desperta no ouvinte uma sensação de que Zélia nunca havia feito
algo parecido e que este disco é sua cara.

Os 45 anos de carreira de Zélia Duncan
Celebrando 45 anos de carreira, Zélia lança este que é um dos trabalhos mais
sofisticados e emocionantes de sua trajetória.
O álbum reafirma a inquietação artística que sempre marcou sua discografia e encontra na parceria com Maria Beraldo um encontro potente entre maturidade e experimentação.
Com arranjos arrojados que transitam entre pop, folk, rock e canção brasileira, o disco mergulha em temas como humanidade, amor, tecnologia, identidade e
transformação.
As canções de Agudo Grave
Canções como “E aí, IA?” e “Olhos de Cimento” refletem sobre os impactos da inteligência artificial e da hiperconexão na vida contemporânea, enquanto faixas como “Importante” e “Calmo” celebram afetos serenos e profundos.
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Ao longo de onze músicas, Zélia transforma o álbum numa espécie de autobiografia emocional, reafirmando sua voz artística livre, crítica e profundamente humana.
O repertório também traz encontros marcantes com artistas como Lenine, Zeca Baleiro e releituras de Itamar Assumpção.
“Agudo Grave” consolida Zélia Duncan como uma artista em permanente
movimento: alguém que faz da canção espaço de pensamento, poesia e liberdade.

