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Nascido em 1884 na Paraíba, formou-se em Direito, mas se dedicou ao magistério e à poesia. Morreu cedo, em 1914, deixando uma obra única e impactante
"O Deus-Verme Fator universal do transformismo. Filho da teleológica matéria, Na superabundância ou na miséria, Verme – é o seu nome obscuro de batismo"
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Budismo Moderno Tome, Dr., esta tesoura, e… corte Minha singularíssima pessoa. Que importa a mim que a bicharia roa Todo o meu coração, depois da morte?!
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O Poeta do Hediondo Sofro aceleradíssimas pancadas No coração. Ataca-me a existência A mortificadora coalescência Das desgraças humanas congregadas!
A Lágrima – Faça-me o obséquio de trazer reunidos Cloreto de sódio, água e albumina… Ah! Basta isto, porque isto é que origina A lágrima de todos os vencidos!