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Poema infantil criado para os filhos do poeta e musicado no disco A Arca de Noé. Tornou-se um dos poemas infantis mais conhecidos da literatura brasileira, destacando-se pela musicalidade, imaginação e celebração das cores das borboletas
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Publicado no livro Ou isto ou aquilo, o poema convida o leitor a “comprar” elementos de um jardim encantado. Com linguagem simples e repetição rítmica, Cecília explora a imaginação infantil e valoriza cada criatura, como borboletas, passarinhos e caracóis. As borboletas simbolizam liberdade e mudança constante
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O poema narra Alfredo, um menino que captura uma borboleta preta com listas douradas e, após a repreensão da mãe, decide soltá-la. Com ritmo suave e narrativa envolvente, Bilac transmite lições de empatia, respeito à vida e à liberdade da natureza
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Publicado na coleção As Primaveras, o poema usa a borboleta como metáfora da alma volúvel e do amor inconstante. Com tom saudoso e moralizante, Casimiro compara quem voa de paixão em paixão à borboleta que abandona a rosa, refletindo sobre fidelidade, efemeridade e os dilemas do coração
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O poema propõe olhar o mundo pelo ponto de vista de uma borboleta, valorizando a sabedoria instintiva da natureza sobre a racionalidade humana, com linguagem inventiva e sensível
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