Você sabia? Essas 7 músicas foram proibidas durante a ditadura no Brasil. Confira a seguir.

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A música fala: “De tanto levar frechada do teu olhar/ Meu peito até parece sabe o quê?/ Táubua de tiro ao Álvaro/ Não tem mais onde furar”. O motivo da censura teria sido as “palavras incorretas”. .

Tiro ao Álvaro (1973) – Adoniran Barbosa e Elis Regina

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Apesar de você (1970) – Chico Buarque

Chico Buarque é um dos artistas que teve muitas músicas censuradas. A princípio, sua canção 'Apesar de Você 'foi aprovada, até que o jornal Tribuna da Imprensa avaliou a composição como um hino “jovem”. Assim, o significado foi percebido pelo regime.

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É Proibido Proibir (1968) – Caetano Veloso

A direita considerou que a canção ameaçava o conservadorismo, enquanto a esquerda criticou a influência norte-americana na música.  “A mãe virgem diz que não: / Que o anúncio da televisão/ Estava escrito no portão/ E o maestro ergueu o dedo/ E, além da porta, / Há o porteiro, sim…”, diz a letra da música.

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Ela Quer Morar Comigo na Lua (1982) – Blitz

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A canção da banda foi censurada pelo uso da palavra “bundão”, que foi considerada inadequada numa época em que se preservava os “bons costumes”.

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Canção foi uma das censuradas durante a Ditadura Militar. O motivo era pelo tom de humor de Odair José e as conotações sexuais. “Pare de tomar a pílula/ Pare de tomar a pílula/ Pare de tomar a pílula/ Porque ela não deixa nosso filho nascer”, diz a música.

Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula) (1973) – Odair José

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Hoje é Dia de El-Rey (1973) – Milton Nascimento

Em 1989, ele lançou o seu primeiro álbum, intitulado Funk Brasil. Esse é o primeiro álbum de funk brasileiro, ou seja, 100% nacional, com letras e melodia feitas em solo tupiniquim. As letras do DJ Marlboro falavam sobre a realidade das favelas cariocas.

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Meu Novo Sapato (1976) – Paulinho da Viola

A justificativa para a censura teria sido devido ao duplo sentido da música, que poderia ser entendida como referência ao regime militar. “Um barato/ Meu novo sapato/ De salto de aço/ Inoxidável/ Que sapateia/ Que vira latas/ Que desacata/ Dentro do compasso”, diz a composição. 

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