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Irmão de médica morta por bala perdida pede blindagem de hospital da Marinha
Irmão de médica morta por bala perdida pede blindagem de hospital da Marinha
Felipe Mendes destacou à Novabrasil a urgência de medidas para proteger o Hospital Naval Marcílio Dias e os moradores do entorno
A Polícia Civil do Rio de Janeiro constatou que a bala que atingiu Gisele Mendes acertou a testa dela e ficou alojada na nuca. Fragmentos do projétil indicam que o tiro partiu de uma pistola, mas novos testes vão ser feitos para confirmar a informação.
Gisele era geriatra e subintendente de saúde do hospital naval Marcílio Dias e também já tinha comandado o hospital naval de Brasília.
A médica tinha dois filhos, e depois do evento da escola de saúde, ela pretendia ir para casa comemorar o aniversário do filho mais novo que completou 22 anos.
A Delegacia de Homicídios da Capital e a Marinha do Brasil investigam o caso. Peritos da Marinha e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli calculam que o tiro veio de uma posição acima do 2º andar, onde fica a sala em que a médica acompanhava a cerimônia.
O jornalismo da Novabrasil conversou Felipe Mendes, irmão de Gisele Souza que por meio de mensagens disse “Nossa esperança é que as autoridades tomem providências para proteger os trabalhadores e pacientes do hospital como a colocação de blindagem nas janelas, e quem sabe a ocupação das favelas do entorno pelas forças armadas para libertar os moradores da violência.”
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A Novabrasil tentou contato também com filhos de Gisele, que preferiram não falar sobre o assunto.


