Novabrasil
Plano Clima Participativo deve ser base para política climática do Brasil
Plano Clima Participativo deve ser base para política climática do Brasil
Em entrevista à Novabrasil, Renato Simões, Secretário de Participação Social, destacou a necessidade do enfrentamento das mudanças climáticas
O governo federal colocou em discussão o Plano Clima Participativo. O objetivo do Plano é balizar a política climática brasileira até 2035. Esta etapa é de apresentação de propostas para os biomas brasileiros por parte da população, em plenárias nas mais variadas cidades.
Em entrevista á Novabrasil, o Secretário Nacional de Participação Social, Renato Simões, destacou que o plano é a consolidação de políticas públicas internas e compromissos internacionais para enfrentar as mudanças climáticas. Segundo Renato, “ele vai orientar 23 planos setoriais e envolve um conjunto de ministérios para consolidar, até 2035, metas que ajudem o combate ao aquecimento global”.
Renato Simões detalha que “são 3 consultas importantes: a primeira aos Conselhos Nacionais, a segunda é a Plataforma Digital, no Gov.br/planoclima, colhendo as sugestões da população, e tem ainda as plenárias que são feitas em cidades brasileiras. Em São Paulo, a discussão é sobre o bioma Mata Atlântica. Em Campo Grande, a discussão foi sobre o Pantanal.
O Secretário Nacional de Participação Social, Renato Simões, também lembrou dos problemas verificados no Rio Grande do Sul, com as chuvas, a seca na Amazônia e o fogo no Pantanal. Além disso, ele afirmou que “a mata Atlântica também é um tema preocupante. O bioma atinge 17 estados e já teve 71% da sua vegetação nativa devastada”.
A primeira versão do Plano Clima será levada pelo presidente Lula à Cop-29 no Azerbaijão no mês de dezembro. A conclusão é esperada para 2025 na Cop-30 em Belém.
Veja também:
Confira abaixo:


