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Minimercados em condomínios viram ‘febre’ nas metrópoles brasileiras
Minimercados em condomínios viram ‘febre’ nas metrópoles brasileiras
Os minimercados podem fazer os imóveis valorizarem em até R$ 50 mil nas metrópoles brasileiras.
Os minimercados dentro dos prédios e condomínios viraram febre nas principais metrópoles do Brasil. Além de vender produtos que ajudam a vida das pessoas que moram em condomínios, a medida também é vista com bons olhos pelo mercado imobiliário por conta da valorização dos apartamentos.
Em entrevista ao Jornal Novabrasil desta quinta-feira (16), a advogada especialista em direito condominial, Viviane Chu Porcel, afirmou que os minimercados podem fazer os imóveis valorizarem em até R$ 50 mil.
“Os negócios tem se expandido principalmente nos condomínios maiores porque eles têm uma tendência em oferecer mais facilidades aos moradores. Em São Paulo e outras metrópoles existem várias vantagens porque os moradores não precisam sair de dentro do condomínio. Segurança, trânsito, facilidade, funcionam 24 horas. Alguns tem preço mais competitivo, outros nem tanto. Hoje no mercado tem várias modalidades. Tem mercadinhos bem pequenos que só colocam uma gondola e alguns que instalam áreas grandes e trazem essa vantagem”, explicou.
A especialista explicou que o morador paga a compra por meio de um caixa de autoatendimento de maneira parecida com o que acontece nas lojas Amazon Go, nos Estados Unidos, desde 2016.
“Algumas empresas repassam para o condomínio uma parte do lucro das vendas, outras não hpa pagamento, depende muito do tipo de contratação que é feita. Antes eram empresas especializadas e hoje temos mercados grandes. O direito do consumidor tem que ser observado sempre. A responsabilidade pelos produtos é do próprio supermercado. São locais que muitas vezes não tem segurança, o condomímio é responsável pelos furtos. Isso é o mais comum do contratos. Existem câmeras que ajudam e a forma de pagamento é feita normalmente no cartão”
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A enquete do Jornal Novabrasil desta quinta-feira (16) apontou que 83% dos ouvintes são favoráveis a abertura dos mercadinhos nos condomínios.
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