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Irã minimiza ataque de Israel
Irã minimiza ataque de Israel
Rede italiana confirmou que os Estados Unidos foram comunicados pouco antes dos ataques
O Irã interceptou três drones ao noroeste da cidade iraniana de Esfahan, no momento em que as tensões regionais se elevam. O ataque israelense foi confirmado por fontes anônimas ao The New York Times, mas até o momento nenhum dois dos países confirmaram a ação.
Em entrevista ao Jornal Novabrasil, o professor Manuel Furriela pontuou que “cada vez que os Estados envolvidos, Israel e Irã, entende que tem que responder aos ataques adversários, ficamos num ciclo interminável“.
O envio de drones por Israel acontece depois da ofensiva iraniana que enviou cerca de 300 drones e mísseis ao país chefiado por Netanyahu. Esse movimento do Irã foi uma resposta ao bombardeio israelense ao consulado iraniano em Damasco, na Síria, do dia 1º de abril.
O conselho de Segurança da ONU foi acionado, houve ataques mútuos, mas não houve nenhum acordo. Outra tentativa de mediação do conselho de Segurança da entidade pautou o reconhecimento do Estado Palestino e inclusão do Estado na organização, mas os Estados Unidos vetaram o projeto apoiado por 12 dos 15 membros.
Israel afirmou que iria contra-atacar o movimento do Irã, o que gerou pedidos de cautela pela comunidade internacional. E o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, disse que “é hora de interromper esse perigoso ciclo de retaliação” no Oriente Médio.
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Para Furriela, houve um erro por parte de Israel ao atacar o consulado iraniano que matou 7 militares do Irã:
“Enquanto você tem o conflito entre Irã e Israel de forma indireta, através de outros grupos como Hezbolah, Hamas, você tem um cenário. Mas a partir do momento que você tem embates diretos entre os dois [Estados], muda completamente a situação e o mundo fica em risco, já que ambos são potências por conta da sofisticação dos seus equipamentos [militares].”

