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Conheça a programação de férias do Museu das Favelas
Conheça a programação de férias do Museu das Favelas
O Museu das Favelas, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, abre programação de férias do dia 10/01 a 05/02 (terça a domingo, das 09 às 17h) intitulada Di Quebradinha, com instalações, oficinas, aulas de dança e contação de histórias. A programação de férias do Museu das Favelas propõe … Continued

O Museu das Favelas, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, abre programação de férias do dia 10/01 a 05/02 (terça a domingo, das 09 às 17h) intitulada Di Quebradinha, com instalações, oficinas, aulas de dança e contação de histórias.
A programação de férias do Museu das Favelas propõe a ocupação do jardim como um grande espaço de troca, convivência, brincadeiras e reflexões. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados antecipadamente no site (museudasfavelas.org.br) ou diretamente no local.
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Museu das Favelas: Programação de Férias tem sabor de infância
As instalações
Augusto Leal, artista de Simões Filho (BA), leva instalações, que, através do jogo, da brincadeira e da ludicidade, convidam para a interação, diversão, acesso a memórias e, especialmente, reflexão, de crianças a adultos.
- Gangorra é feita de madeira reaproveitada e possibilita, ao invés de subir e descer, o girar – em volta da palavra “PODER”, fabulando novos significados a ela e todas as relações que a envolvem.
- O Jogo! é uma instalação composta por golzinhos (traves) de metal de tamanhos e cores variadas que, a partir de sua distribuição, instigam a reflexão sobre o uso da meritocracia para justificar violências e injustiças sociais que atravessam a experiência negra.
O Parque Sensorial Natural, criado por Parque de Bambu, é composto por pirâmides de bambu, túnel de cama de gato e rampas de equilíbrio. Aqui, as crianças e adultos poderão aguçar a sensibilidade humana, lúdica e criativa.
Classificação indicativa para as instalações: a partir de 04 anos
As oficinas
Às quintas-feiras, das 11 às 12h e das 15 às 16h, o núcleo educativo do Museu ministrará a oficina Batuques Sudestinos, estimulando expressões culturais periféricas com referências na cultura negra e na cultura popular, produzidas no sudeste brasileiro.
Veja também:
Aos sábados, das 11h ao 12h, Bruna Braga dará aulas de Fit Dance e Dança Afro. No dia 29/01 (domingo), das 11h às 12h e 15h às 16h, Contação de Histórias: Ouvir, Cantar e Dançar proporcionará um momento lúdico para a família, com histórias que trazem ao eixo central temas fundamentais à existência das favelas e dos corpos que nela habitam.
“Nossa programação esse mês trará um sabor especial de infância. O Museu será palco de brincadeiras e ludicidades, tudo regado ao nosso tom de cidadania, brincadeiras especiais com o Parque de Bambu, levando nossos menores a uma experiência humana e sensível, assim como seus pais sentirão ao adentrar nosso Museu das Favelas. A programação conta ainda com Batuque Sudestino e interações fantásticas do nosso educativo”, ressalta Carla Zulu, Coordenadora de Relações Institucionais do Museu das Favelas.
Sobre o Museu das Favelas
Aberto oficialmente desde o dia 25/11/2022, o Museu das Favelas fica sediado no Palácio dos Campos Elíseos, no centro da capital. Gerido pela organização social de cultura IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, o Museu, que nasce de um processo colaborativo com pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas, irá oferecer uma ampla programação gratuita e voltada para todos os públicos, em especial, de favelas, periferias, ocupações e outros territórios nacionais, potencializando suas vozes, lutas e memórias.

O Museu das Favelas, ao ocupar o Palácio dos Campos Elíseos, símbolo de uma estrutura de poder segregacionista, anuncia esse novo momento em que vozes e pensamentos que são invisibilizados reivindicam o lugar que lhes é cabido na história e na cultura brasileira.
O Museu das Favelas tem como premissa máxima um trabalho de reparação social
O museu não pretende apenas ocupar, mas ser ocupado. Assim, a instalação do Museu questiona, critica, tensiona os discursos, significados, narrativas, sentidos e símbolos prepostos, por meio da novamente destacada ocupação, reatualização e reconfiguração dos usos.
O Museu das Favelas tem como premissa máxima um trabalho de reparação social, por meio do protagonismo das pessoas de favela na gestão, na contratação de fornecedores, na criação de rupturas de narrativas, partindo da construção coletiva e compartilhada a ser constituída por meio do relacionamento com a vizinhança, do mapeamento constante de iniciativas que geram impacto social, cultural, econômico nas favelas, escuta ativa e visitas periódicas a espaços e organizações das favelas de São Paulo e do Brasil.


