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Após Pantanal, Almir Sater lança novo álbum
Após Pantanal, Almir Sater lança novo álbum
Após fazer um sucesso estrondoso em Pantanal, Almir Sater lançou o álbum “Do Amanhã Nada Sei” na última sexta-feira (28). O compositor, que já soma quatro décadas de carreira, começou a produzir seu disco ainda na pandemia. Segundo o artista, o tempo extra foi excelente para fazer a criatividade voar. Quando a gente parou de … Continued
Após fazer um sucesso estrondoso em Pantanal, Almir Sater lançou o álbum “Do Amanhã Nada Sei” na última sexta-feira (28).
O compositor, que já soma quatro décadas de carreira, começou a produzir seu disco ainda na pandemia. Segundo o artista, o tempo extra foi excelente para fazer a criatividade voar.
Quando a gente parou de fazer show, quando não se sabia se o mundo ia continuar, se ia existir semana que vem, percebi que tinha todo o tempo do mundo.
contou ao G1

Almir Sater diz que Pantanal foi um divisor de águas
Enquanto trabalhava no álbum, Pantanal começou a ser produzida e Almir foi convidado para participar da trama.
Na novela, Sarter interpretou Eugênio, um chalaneiro muito importante para a história. Foi com as gravações que ele se inspirou ainda mais para a produção do disco.
Gostei do resultado. E então, uma coisa puxou a outra, veio ‘Pantanal’, e foi tudo dando certo. Mexeu com o nosso emocional, todo mundo feliz. Tem gente que gosta de fazer música na fossa. Eu gosto de trabalhar feliz mais do que triste.
afirmou
Além disso, o artista afirma que a novela foi um divisor de águas para ele, o levando aos ouvidos das novas gerações.
Perguntam qual é o nome do chalaneiro, se ele toca mesmo. Foi bom porque me levou a conhecer novas gerações e vice-versa.
disse Almir em entrevista ao G1
Sater afirma que seu disco não é político
Apesar de seu disco se chamar “Do Amanhã Nada Sei” e ter sido lançado dois dias antes do 2º turno das eleições, Almir afirmou que não tem nada de político em sua intenção.
Sobre o assunto, o artista afirmou o seguinte:
A gente nem pensava em eleição nessa época ainda. Não sabia nem se o mundo ia sobreviver, imagina se ia ter eleição. Então, não tem nada a ver com política. Na verdade, é uma coisa mais existencial, é mais uma crítica a esse vício nosso de não largar mais o telefone, nossas telas de cristal. Não tem cunho político, mas existencial mesmo da nossa sociedade atual.
O álbum de Almir Sater, que é o décimo de sua carreira, reúne muita musicalidade e uma série de críticas sociais. Vale a pena conferir!
