21 anos sem Baden Powell

Por: Novabrasil
26 de setembro de 2021

No dia de hoje, há exatamente 21 anos, perdíamos um dos maiores violonistas e compositores de música popular brasileira de todos os tempos: Baden Powell.

O músico nos deixou no dia 26 de setembro de 2000, aos 63 anos, vítima de uma infecção generalizada, causada por uma pneumonia bacteriana grave. Mas seu legado como um dos maiores músicos da nossa história, reconhecido internacionalmente, ficou para sempre na memória da MPB.

Baden começou a tocar violão com sete anos, no Rio de Janeiro, aprendendo com seu pai alguns acordes básicos. No ano seguinte, começou a ter aulas com o grande violonista Jayme Florence, o Meira, e, aos 10, incentivado por seu mestre, se apresentou pela primeira vez no famoso programa de calouros da Rádio Nacional, Papel Carbono, tocando a canção Magoado, de Dilermando Reis.

Logo conheceu os principais músicos de samba e choro da época, como Pixinguinha, Donga e Ismael Silva, e também se formou na Escola Nacional de Música do Rio de Janeiro.

Durante a adolescência, Baden se apresentou por anos em bailes, casas noturnas e programas de rádio no Rio de Janeiro, tornando-se rapidamente um dos músicos mais requisitados em bandas e rodas de choro pela cidade.

Em 1959, lançou o seu primeiro disco, aos 22 anos: Apresentando Baden Powell e Seu Violão.

Seu primeiro parceiro importante foi Billy Blanco, com quem compôs, entre outros, o clássico Samba Triste. Também compôs várias canções com Paulo César Pinheiro como A Volta e Lapinha. Mas sua parceria mais importante foi com Vinicius de Moraes, com quem compôs diversas músicas e discos, incluindo um disco inteiro com os clássicos Afro-Sambas, considerado como um divisor de águas na música brasileira por fundir elementos da sonoridade africana ao samba;

Baden deixou dois filhos também músicos: o pianista e tecladista Phillippe Baden Powell e o violonista Louis Marcel Powell.

Entre as principais canções de sua vasta obra estão: Berimbau, Samba Triste, Canto de Ossanha, Canto de Xangô, Lapinha,Tempo de Amor, Consolação e Deixa.

Sempre vivo em nossa memória, Baden Powell!

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