Bethania lança Lapa Santa

Por: Novabrasil
19 de julho de 2021

No último dia 16 de julho, sexta-feira, nossa rainha da MPB – Maria Bethânia – lançou em todas as plataformas digitais, Lapa Santa, o mais novo single do seu álbum de inéditas, Noturno, que será lançado ainda no dia 30 deste mês, pela gravadora Biscoito Fino.

Lapa Santa é o segundo single que Bethânia lança do projeto. O primeiro foi em 25 de junho, a canção A Flor Encarnada, composição de Adriana Calcanhoto, que já havia sido apresentada por Bethânia ao vivo em seu show Claros Breus, em 2019.

A canção é mais uma das parcerias de sucesso entre essas duas grandes musas da nossa música. Bethânia já eternizou outras composições incríveis de Calcanhoto como Uns Versos, Âmbar, Era Pra Ser e Depois de Ter Você.

Já o mais recente single, Lapa Santa é de autoria da dupla de compositores Paulo Dáfilin e Roque Ferreira, também antigos parceiros de Bethânia, em canções como Casa de Caboclo.

A canção já havia sido apresentada ao público por Bethânia em uma live realizada em 13 de fevereiro deste ano, quando ela comemorava 56 anos de sua estreia no espetáculo Opinião, que a lançou ao estrelato e apresentou ao Brasil uma das maiores artistas da nossa história.

Enquanto em A Flor Encarnada Bethânia traz – em sua voz e interpretação – toda a carga dramática e profundidade da tristeza e melancolia contidas na letra de Calcanhoto, acompanhada apenas do pianista Zé Manoel, em Lapa Santa a cantora nos brinda com sua força, fé e devoção acompanhada por uma banda completa e de peso.

Além de Zé Manoel, no piano e teclado sintetizador, a canção conta com um quarteto de cordas formado por viola (Marco Catto), violinos (Priscila Rato e Márcio Sanchez) e violoncelo (Marcos Ribeiro) e com a percussão de Marcelo Costa, o violão de João Camareiro e o baixo elétrico e o contrabaixo de Jorge Helder, que também é produtor musical do disco.

Lapa Santa é uma bela homenagem ao Rio São Francisco, que banha o município baiano de Bom Jesus da Lapa e também ao artista baiano Francisco Guarany (1884-1985), considerado o mestre maior na arte de talhar carrancas para as proas das barcas, tradição das águas do Velho Chico.

Ninguém melhor do que Bethânia para cantar sobre a religiosidade, a devoção, a fé e o amor do povo brasileiro, envolta por rezas, romarias, devotos, procissões e oratórios.

Se os dois primeiros singles já vieram para nos emocionar e encher de alegria ao mesmo tempo, Noturno ainda promete outras canções inéditas como De Onde Eu Vim (de Paulo Dáfilin), Músicas, Música (de Roque Ferreira), Luminosidade (de Chico César), Bar da Noite (de Bidu Reis e Haroldo Barbosa) e 2 de Junho ( de Adriana Calcanhoto).

Nós aqui estamos ansiosos!

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