Perfil do Artista

Nuria Mallena nasceu em Oricuri, Pernambuco

Aos 10 anos, Nuria Mallena já se arriscava tocando violão ao lado da irmã, tirando de ouvido o que a mãe riscava na vitrola, e participava de concursos e pequenas apresentações, onde teve a oportunidade de conhecer de perto Gonzagão e Waldick Soriano. Aos 15 anos se mudou para Recife para investir na área musical.

Em 2005  foi para o Rio de Janeiro e seis anos mais tarde emplacou a canção “Quando assim” na trilha da novela “Cordel encantado”, exibida pela Rede Globo. A música era tema do casal Rei Augusto e Maria Cesária e chegou a ser uma das mais executadas da trilha.

Em 2012 participou do programa Som Brasil, da TV Globo, com o tema “Nordeste 70″. Em 2013 participou de diversos shows e projetos, se apresentando ao lado de nomes consagrados como Roberta Sá. Recentemente, Nuria participou do projeto “Jovens Tardes”, promovido pela TV Globo, que reúne novos talentos da música brasileira e resultou num CD pela Som Livre.

Em junho deste ano, a cantora lançou seu primeiro álbum solo “Nuria Mallena”, produzido por Alvaro Alencar, ganhador de Grammys com trabalhos de nomes como Maria Rita, Lenine e Gilberto Gil, e Christiaan Oyens, produtor musical e compositor responsável por vários sucessos da cantora Zélia Duncan. No disco, que faz um apanhado do melhor produzido nos últimos, Nuria ilumina as referências que a marcaram, mas deixa claro que tem firmeza e talento de sobra para recriar ao seu modo suas principais influências. Ao longo das onze faixas autorais o que se ouve é uma cantora segura e uma autora de facetas diversas, que emoldura baladas com tintas de rock, reggaes com acento pop, forrós azeitados com maracatu e uma infinidade de outras combinações.

“O que me instiga é falar das relações humanas. E ao mesmo tempo que falo da rotina, do que acontece no dia a dia e na minha vida, sei que é importante poder me comunicar com qualquer um. Falo da estrada, da saudade que sentimos por estarmos sempre viajando, enfim, a música brota do que eu vivo. E é por isso que acho que o disco tem a minha cara”.

“Provocar”

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