Perfil do Artista

Arnaldo Antunes Nasceu em São Paulo em 1960

Cantor, compositor, artista plástico e escritor. Integrou o grupo Titãs entre os anos de 1982 a 1992 e lançou sete discos. Chegou a assinou vários sucessos entre eles: “Família”, “Bichos escrotos”, “Comida”, “O pulso” e outros mais.

Durante este tempo ao lado do Titãs, realizou inúmeras apresentações no Brasil e também no exterior, como na Suiça, no Festival de Montreaux, em Portugal e nos EUA. Em 1992 recebeu o “Prêmio de Melhor Música do Ano”, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, com a música “Grávida”, interpretada por Marina Lima.

Seu primeiro trabalho solo intitulado, “Nome”, um projeto em áudio, vídeo e livro, foi lançado em 1993. Suas canções foram gravadas por Gilberto Gil, Jorge Benjor, Marisa Monte, Ney Matogrosso e até Rita Lee.

Dois anos mais tarde lançou o álbum “Ninguém”, e o no ano seguinte o disco “O silêncio”. Nesta época, chegou a fazer parcerias com vários artistas, principalmente durante a década de 1980. Entre eles estão Jorge Benjor, Gilberto Gil, Cazuza, Frejat, Pepeu Gomes, Edgard Scandurra, Carlinhos Brown e Marisa Monte.

Em 1998, lançou o quarto disco de sua carreira solo, “Um som”, que apesar de manter o tom experimental, apresentou um acabamento mais pop.

Também realizou projetos especiais, como o CD O Corpo, lançado em 1999, trilha para o balé do Grupo Corpo, e o CD Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Carlinhos Brown, em 2002.

Em abril de 2004 lançou o CD “Saiba”, por seu próprio selo Rosa Celeste, com distribuição da gravadora BMG. Entre as faixas do álbum estão: “Elizabeth no Chuí” gravada com Carlinhos Brown e “Consumado”, composta em parceria com Marisa Monte e Carlinhos Brown, além da faixa-título e a regravação de “A razão dá-se a quem tem” de Noel Rosa.

Em 2010 comemorou 50 anos de idade com uma festa-show em sua própria casa, no bairro de Vila Beatriz, em São Paulo. O show, batizado de “Iê, iê, Iê”, em palco armado na laje da casa do anfitrião, foi gravado em DVD pela Conspiração Filmes. A apresentação teve participações especiais de Jorge Benjor em “As árvores” e “Cabelo”, de Erasmos Carlos nas músicas “Sou uma criança e não entendo nada” e “Jogo sujo”.

Três anos mais tarde, lançou o CD “Disco”, só com composições inéditas de sua autoria, com ou sem parceiros. Do álbum destacaram-se as faixas “Dizem” e “Muito muito pouco”, além das participações do guitarrista Edgard Scandurra.

Também publicou os livros “Ou/e” – poemas visuais, edição do autor, 1983 -, “Psia” – Expressão, 1986 e Iluminuras, 1991-, “Tudos” – Iluminuras, 1990 – , “As coisas” – Iluminuras, 1991-, que recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia em 1992, “Nome” – CD/ livro/video, BMGBrasil, 1993, relançado em DVD em 2006 -, “2 ou + Corpos no Mesmo Espaço” – CD/livro, Perspectiva, 1993 -, “Os Ensaios de 40 Escritos” – Iluminuras, 2000 -, “Outro” – Fundação Cultural de Curitiba, 2001-, obra em parceria com Josely Vianna Baptista, “Palavra Desordem” – Iluminuras, 2002. “Et Eu Tu” – Cosac & Naify, 2003 -, com fotos de Marcia Xavier, “Antologia” – ed. Quasi, Portugal, 2006 – e “Como É que Chama o Nome Disso – Antologia” – PubliFolha, 2006.

Participou de diversas mostras de artes plásticas e de poesia visual, e vem realizando performances e leituras de poemas no Brasil e no exterior.

Referência: Dicionário da Música Brasileira Cravo Albin, Wikipédia e site oficial

Discografia: (2013) Disco, (2012) A curva da cintura, (2012) Acústico MTV, (2007) Ao vivo no estúdio,(2006) Qualquer, (2004) Saiba, (2002) Eu e meu guarda-chuval, (2002) Os tribalistas, (2001) Paradeiro, (2000) O corpo, (1998) Um som, (1996) O silêncio, (1995) Ninguém, (1993) Nome, (1992) Tudo ao mesmo tempo agora, (1989) Ô blésq blom, (1988) Go back,(1987) Jesus não tem dentes no país dos banguelas,(1986) Cabeça dinossauro, (1985) Televisão, (1984)